Busco ser capaz de juntar palavras
Que demonstrem o que me arrepia
Não encontro frase nem oração que o faça.
Dou-lhe doces suspiros,
os sons que ouço dentro de mim
quando me olha,
me toca,
me fala.
Quando suavemente entrelaça teus dedos
em meus cabelos
Quando desliza seus lábios macios
sobre meu corpo
Quando me arranca sorrisos e um olhar sereno.
Ao dizer que só me quer bem
E que com ardor eterno me tem.
Dalla tua dolce vita.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Rotina da vida
Se o que define o ser humano são os seus desejos, cada dia eu sou uma nova pessoa. E é essa a beleza de viver. Fases. Novos desejos. Morrer todo dia e abandonar quem fomos e somos; para acordarmos e vivermos mais uma vez a metamorfose de uma nova fase de aprendizado e conhecimento sobre os outros, sobre o mundo e principalmente sobre nós mesmos. Essa é a rotina da vida, o ponto onde todos os seres humanos são iguais.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Continuação tardia
A mágica da novidade do acaso
Quando duas vidas se notam
e se sentem como se o acaso
não fosse tão novo assim.
E de relance num momento
Se mistura à noite, sem mim
O corpo some, quase não vejo
Mas ainda o sinto presente.
Quando duas vidas se notam
e se sentem como se o acaso
não fosse tão novo assim.
E de relance num momento
Se mistura à noite, sem mim
O corpo some, quase não vejo
Mas ainda o sinto presente.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Desfeita
Por que você se fecha pro amor?
Aceite ao menos uma parte do meu
Não precisa ser completo.
Nós dividiremos...
Só não me faça carregar tudo sozinha.
Aceite ao menos uma parte do meu
Não precisa ser completo.
Nós dividiremos...
Só não me faça carregar tudo sozinha.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Inesperado
A mágica da novidade do acaso
Quando duas vidas se notam
e se sentem como se o acaso
não fosse tão novo assim.
Quando duas vidas se notam
e se sentem como se o acaso
não fosse tão novo assim.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Poema achado
Ando fria, seca, vazia
Vazia como sua cama sem minhas roupas
Vazia como sua cama sem minhas roupas
Sem meus pés tão frios como meu coração agora.
Despeço-me sem mágoas, sem rancor:
Deixo-lhe de presente meu suposto amor.
Não sofra... presenteie alguém.
Alguém que tenha, de preferência
pés quentes.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
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