Aqui dentro 'a poesia prevalece'
E o motivo da minha poesia...
não é nada mais que o barulho.
Aquele barulho grosso, em vezes doce
direcionado a mim, ferindo-me,
em vezes contemplando-me,
[Tua voz.
Incrível é a capacidade de desvaecer.
Do primeiro Eu te amo ao décimo quinto
Por dentro, grito...
Ora me apaixono, ora enlouqueço
Enlouqueço me apaixonando
Me apaixono, ando
Paixão que me devora.
domingo, 29 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Dívida
Divido minha vivência entre meus amores,
Minha audição de todo dia,
A sensação de enxergar
e sentir o que enxergo.
Entre meu amores,
Meus passos de todo dia
Minhas escolhas tortas
Meus risos lúdicos
Meus erros ingênuos
A capacidade de escutar
E interpretar o que escuto.
Divido e crio dívida, não sei o que
Divido e crio dívida, não sei a quem.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Evolutivamente Processando
Chuvas de palavras caem à calha
Escorrem à terra, aninham-se.
Feito sementes, reproduzem-se
Brotam em nossas cabeças.
Saem de nossas bocas,
Crescem aos ouvidos alheios
Morrem nos tantos corações.
Escorrem à terra, aninham-se.
Feito sementes, reproduzem-se
Brotam em nossas cabeças.
Saem de nossas bocas,
Crescem aos ouvidos alheios
Morrem nos tantos corações.
sábado, 3 de outubro de 2009
Parte II prost.
Olha senhor, no alto do meu rosto
Meus olhos cínicos que te secam.
Olha senhor, na ponta de meus pêlos
Meus cachos acariciando minha nuca
Esperando você para mais enchê-los.
Olha senhor, abaixo do que te cheira
Meus lábios tão tintos e tão quentes
Quanto o vinho aqui presente.
Olha menina, meu desejo ardente
Meu corpo também tão quente.
Pelo seu toque aguardado
Guardado, antes do fundo monetário!
Óh senhor, eu vejo
Vejo sua carteira sobre a mesa
Seu desejo que pouco me importa
Poderá ser rapidamente satisfeito.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Meus pensamentos feito algas.
Algo me prende a garganta
Algo suga minhas ideias
Alugo supostas doces palavras
Algas marinhas... meus pensamentos.
Não param, não param não
Não acham solução...
Que deserto sem luz!
Abola-me desta escuridão.
Que diabo é isto,
O Amor (que prejudica)?,
A Cultura?
Se é, acho que sim
Pois então me falta.
Algo suga minhas ideias
Alugo supostas doces palavras
Algas marinhas... meus pensamentos.
Não param, não param não
Não acham solução...
Que deserto sem luz!
Abola-me desta escuridão.
Que diabo é isto,
O Amor (que prejudica)?,
A Cultura?
Se é, acho que sim
Pois então me falta.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Sotaque musicalense
O tudo, o meu todo
Virando uma coisa só:
Não que eu tenha dó,
Mas sol, la, si
Desde que nasci
Me fazem maior.
E tu, menor.
Si cê fosse
La, maior
Não haveria...
Si-bemol
Em arrebol
Sustenidos, até ré
Poderíamos ir a pé,
Rimar "né" com "cré"!
Tudo que se quiser.
Virando uma coisa só:
Não que eu tenha dó,
Mas sol, la, si
Desde que nasci
Me fazem maior.
E tu, menor.
Si cê fosse
La, maior
Não haveria...
Si-bemol
Em arrebol
Sustenidos, até ré
Poderíamos ir a pé,
Rimar "né" com "cré"!
Tudo que se quiser.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Meu anjo
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